Previsões 2018

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Previsões Gerais (sociedade como um todo)

Em 2018, teremos Júpiter em Escorpião; Saturno em Capricórnio, Urano em Touro (a partir de meados de março); Netuno em Peixes e Plutão em Capricórnio.

Teremos, portanto, Saturno (o planeta da disciplina, da responsabilidade, do trabalho e do tempo) e Plutão (o planeta das transformações profundas, da limpeza do lixo da psique humana) no signo de Capricórnio, o qual por ser regido por Saturno, guarda em si a mesma simbologia do planeta.

Dessa fora, em 2018 são esperadas muitas mudanças nas estruturas de trabalho e nos modelos aplicados de contratações, as quais tendem a exigir de todos mais responsabilidade e maturidade. Não há mais espaço para buscar paternalismo nas estruturas de trabalho. Chegou a hora de todos, patrões e empregados, assumirem que são parte de uma engrenagem, cuja função é deixar um legado à humanidade, é produzir meios hábeis para que possamos existir com segurança em um mundo material.

A tendência é que aqueles que, ao longo de 2018 e 2019, não se adaptem a um maior senso de responsabilidade, sejam chamados a responder por sua indisciplina, negligência, preguiça ou exploração. Especialmente quando Saturno fizer uma conjunção com Plutão no céu (conjunção significa que os dois planetas estarão posicionados no mesmo grau do mesmo signo) e isso ocorrerá em 2019 e perdurará por todo esse ano.

Portanto, em 2018 é tempo de se preparar para essa conjunção, sabendo que, localizada nesse signo, é bem possível que o Ministério Público do Trabalho ganhe mais força e faça mais fiscalizações. Capricórnio é o signo da aplicação da lei, de quem bate o martelo e cobra a responsabilidade, portanto, esperem bastante cobrança de deveres e obrigações na esfera das relações de trabalho.

Estamos diante de um chamado para relações mais independentes no mundo corporativo, onde a responsabilidade e senso de “fazer parte” de cada um será cobrada e exigida.

Precisamos ouvir o recado e parar de procurar nos ancorarmos sob o braço protetor de uma empresa ou chefe, chegou a hora de todos produzirem o progresso e novos valores, deixando um legado de liberdade responsável aos nossos filhos. Chegou a hora de quem detém meios de produção perceber que, sem funcionários, nada é produzido e que cada parte da engrenagem tem seu valor.

Ainda, Capricórnio é o signo do trabalho, mas também da coordenação entre mundo material e emocional e, com essa configuração celeste, a exigência de dedicação exclusiva, sem tempo para os cuidados com a nossa natureza emocional, tendem a ir ruindo (Plutão aqui exige essa transmutação), pois quando Capricórnio cobra esse equilíbrio, quem não obedece é forçado a cair de joelhos, perdendo tudo o que tem. Não vamos esperar a conjunção em 2019, vamos entender que há tempo para tudo e que a responsabilidade passa por equilibrar essas duas esferas.

No mapa do Brasil, essa conjunção refletirá na Casa 11, isto é, a casa que representa nosso Poder Legislativo. Assim,  esperem mudanças mais profundas na legislação trabalhista em 2019 e muitas discussões ao longo de 2018. Como pelo mapa natal de nosso País as coisas aqui são negociadas por debaixo do pano, se a sociedade não exercer o seu papel de maneira responsável (Capricórnio), esperem por alterações que irão privilegiar uma classe aristocrata (Capricórnio), consolidando ainda mais as relações de poder, mas isso terá um efeito terrível, pelas razões expostas acima.

Portanto, todos devem exercer um papel de cobrar o que é devido, para que as mudanças que irão acontecer se deem como um legado positivo e não nefasto. Porque se o legado for nefasto, quando esses planetas atingirem Aquário, as revoluções acontecerão e não serão nada cordiais.

Em meados de março Urano adentra o território de Touro, onde fica até 2026. Urano traz evolução e inovação nas áreas simbolizadas pelo signo de Touro. Isto é, entre 2018 e 2026, esperem por uma alteração significativa nos valores da humanidade, em especial na forma como ganhamos e gastamos dinheiro. A economia compartilhada, bem como a indústria de tecnologia serão muito afetadas e tendem a crescer, pois ocuparão, pouco a pouco, lugar de maior valor na sociedade. Associado a Netuno em Peixes, há reforço no crescimento da economia compartilhada e valores mais humanitários. Surgirão mais profissionais nas áreas de life coach, astrologia e espiritualidade em geral. Esses novos valores tendem a ser combatidos durante o trânsito de Saturno e Plutão em Capricórnio (pois os planetas do poder, no signo da tradição, farão com que uma classe dominante lute para manter tudo como está – Trump que o diga!), gerando tensões entre o novo e sustentável que precisa surgir e as estruturas já consolidadas de empresa e trabalho que uma elite deseja manter. Pela minha experiência, pelo amor ou pela dor, essa briga tende a ser ganha por Urano, pois já estamos caindo na era de Aquário e o que favorece a maioria acaba se impondo pela lógica econômica mesmo.

Por fim, Júpiter em Escorpião levantará as cortinas de toda sorte de violência sexual e podem esperar muito mais denúncias e famosos caindo ladeira abaixo. Em especial, porque em 2018 Júpiter fará um sextil com Plutão em Capricórnio e isso vai se refletir como maior liberdade de expressão sexual e maiores punições para crimes dessa natureza. É, igualmente, um chamado para que usemos de forma positiva nossa agressividade e raiva, elas tenderão a sair da caverna e se manifestar, portanto, vamos canalizar isso para o lado positivo (esportes, artes, gana) e não para o lado negativo.

Esse sextil possibilita a ascensão de políticos mais equilibrados, nem de direita nem de esquerda, que atuem de forma a preservar liberdades com responsabilidade, sem anarquias. Fiquem atentos a novos nomes que surjam na arena política, é possível que surja alguém impensado, mas que ganhará notoriedade se estivermos atentos a um enfoque mais racional e menos reativo. Analisem bem o histórico de cada um e verão que haverá um deles que age com mais responsabilidade, sem muitas paixões, mas com firmeza e prudência e é disso que vamos precisar. Se um radical vencer, podem esperar o pior nos próximos anos, porque toda a energia de violência que paira nos céus será refletida por aqui da pior maneira possível e, aí, será tarde demais para resgatar o bonde da economia ou dos direitos.

Bom 2018 a todos!

 

Como lidar com críticas no ambiente corporativo

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Se você for buscar textos que tratam de posturas recomendadas em ambiente corporativo, certamente vai se deparar com a expressão “crítica construtiva” e com o conselho de que deve ouvir e refletir sobre essas.

Por certo, nossa natureza humana, em regra, nos induz a aprender mais pela dor do que pelo amor, isto é, somos inclinados a aprender com nossos próprios erros ao invés de assimilarmos lições por meio do erro dos outros.

É justamente nessa seara do erro que entra a famosa crítica construtiva. Essa espécie de abordagem do outro em relação a nós visa, justamente, apontar onde estamos errando e indicar o caminho do acerto. Deriva, portanto, de um ato de generosidade, de ajuda e aconselhamento genuínos. Em regra, vem acompanhada de uma postura calma e aberta de quem a emite, bem como de uma predisposição ao diálogo.

A crítica construtiva aponta exatamente qual foi o seu erro, quando esse se deu e indica a solução que aquele que a emite entende ser a adequada para que você passe de nível no jogo da vida. Dessa forma, a não ser que você opte por entender tudo na vida como um ataque, não terá a sua autoestima abalada por críticas dessa natureza; pelo contrário, sairá fortalecido desse diálogo.

No entanto, nem toda crítica é construtiva, o que não impede que quase todo aquele que critica afirme estar fazendo uma crítica construtiva. A verdade, contudo, não reside nas palavras, mas nas atitudes.

Ao longo de sua vida pessoal e profissional você será criticado, mas nem sempre de forma construtiva. Compreender a diferença entre alguém que busca lhe auxiliar e alguém que visa, ainda que inconscientemente, lhe prejudicar é crucial para a sua saúde psicológica.

A crítica não construtiva, isto é, maliciosa ou derivada de medo ou inveja, nunca será feita no momento do seu erro. Claro, se fosse feita na hora do equívoco, ficaria fácil para você debater sobre como melhorar e difícil para o crítico esconder sua falta de vontade em auxiliar.

Tempos depois do suposto erro, o tipo de pessoa que deseja te ofender não vai dizer que você errou, vai dizer que você é isso ou aquilo. Note que o objeto dessa espécie de crítica é quem você é, a sua personalidade e não uma atitude a ser melhorada. Ainda, esse tipo de crítica não inclui uma sugestão de melhora, nem é proferida como um aconselhamento, mas como um julgamento.

Isso acaba sendo lido pelo interlocutor como um ser, uma situação estática e não como um estar, uma situação que pode ser modificada. E é aí que reside o perigo: afetam a autoestima do criticado, ao invés de lhe fortalecer e induzir à melhora.

No momento em que a sua autoestima é afetada, você  acaba por se colocar totalmente nas mãos do outro e a sua estrutura emocional fica prejudicada. Consequentemente, a sua capacidade de melhora e de producão também serão maculadas e, no fim, você acabará se portando da exata maneira como o seu crítico desejou e ratificará o disurso dele sem nem perceber.

Portanto, é importante estar atento para a real intenção daquilo que lhe é dito. Se a postura e atitude da pessoa não forem a de realmente apontar uma soução, dar exemplos concretos dos seus erros e estar aberto a discutir soluções, o melhor a fazer é indagar a pessoa, colocando-a numa posição em que ela mesma tenha que reavaliar as palavras ditas.

Diga que você está disposto a melhorar e aprofundar a conversa, mas que, para tanto, precisa de exemplos concretos de onde e como errou. Explique que apontamentos vagos do tipo você é “arrogante” ou “não lida bem com pessoas” ou o que quer que seja não são capazes de lhe fazer entender como essas falhas são, de fato, externalizadas e, portanto, não permitem que você tome atitudes concretas para mudar. Acrescente que você não percebe que age assim e que precisa da ajuda dessa pessoa para lhe apontar os momentos em que isso ocorre, para que você possa se aprimorar.

Dessa forma, você verá a real intenção de quem lhe aponta os erros. Se a pessoa estiver espelhando os próprios defeitos em você ou simplesmente queira lhe desestruturar, vai se confundir, vai elevar o tom de voz ou vai dar alguma desculpa ou mesmo mudar o foco da conversa. De outro modo, se realmente estiver pretendendo que você progrida, vai procurar junto com você a melhor forma de lidar com o problema.

Antes de internalizar tudo o que lhe dizem, esteja atento, cuide da sua estrutura emocional, pois é ela que sustenta todo o resto. Se você perceber que está diante de pessoas que não contribuem efetivamente para o seu crescimento, mas, sim, afetam a sua autoestima, repense se vale mesmo à pena dedicar tempo nesse lugar, se você tem estrutura interna para lidar com isso. Se tiver, ótimo, lute pelo seu progresso sem contar com essas pessoas, mas se a sua estrutura psicológica estiver sendo destruída, não permita que lhe tirem o seu maior ativo.

E, quanto às críticas construtivas, seja grato a quem as disse e saiba que essa pessoa é um ótimo mentor, cresça com tais críticas, pois são um presente.

How to forgive

  • versão em português no final do texto em inglês. imagem perdão

Another year is getting to an end, and a new one is about to begin. It is time to make our new year´s resolutions. Therefore, we need to open ourselves for new opportunities and possibilities and, literally, get rid of what does not fit our soul anymore.

In other words, there is no better time for forgiveness. In order to make new good possibilities to take place in our lives, we must clean our soul from harmful feelings, regardless of whether they are directed to ourselves or third parties.

In order to allow yourself to forgive, you shall, at first, know that you do not forgive someone in order to let them free, instead, you forgive in order to free yourself from harmful feelings that, ultimately, would make you sick. Nobody has the power to free anyone, do not delude yourself into thinking you can do that, for you can only free yourself.

If you realize that, it will be half way to allow yourself to forgive anyone who has hurt you. It is a gift to you!

Also, you do not forgive what has been said or done, but, instead, who has said or done something against you. That is: you forgive a person, not an attitude. It may seem obvious, but it makes a huge difference to acknowledge that, for you will realize that, by forgiving, you’ll not allow that person to hurt you again, you’ll only be saying that you do not keep bad feelings inside you.

This means that, by forgiving, you won’t, necessarily, trust the person again; you’ll solely replace harmful feelings by joyful and peaceful ones. If you deem that someone deserves a second trust chance, that is up to you, but that does not mean you will allow such person to hurt you again.

And, above all, allow yourself to forgive yourself from whatever guilt you may feel. Guilt is a useless feeling that prevents you from taking any action towards improvement. You may feel sorry for your mistakes and learn from them, but never dive your soul into guilt. Forgive yourself and show yourself some compassion, for that will make it possible to you to show the same compassion towards others. One who does not forgive himself will not forgive others and that is how intolerance is built.

I hope that with the tips above, those of you who face difficulties regarding forgiveness find a way to free your souls and begin 2018 with more peaceful and joyful feelings that will make your lives softer and more pleasant.

Happy New Year for you!

 

VERSÃO PORTUGUÊS

Mais um ano está chegando ao fim, enquanto outro se inicia. É nesse momento que fazemos nossas resoluções de ano novo e, para tanto, é necessário liberar nosso interior de sentimentos nocivos, a fim de que novas e boas oportunidades e sentimentos tomem seu lugar, tocando nossa vida para frente.

Portanto, esse é o momento propício para trabalharmos o perdão.

Primeiramente, devemos saber que o perdão não se destina a liberar nosso ofensor, mas a liberar nossa alma de rancores e amarguras que nos fazem tão mal, que podem até desencadear uma doença. Ninguém tem o poder de liberar os outros de qualquer culpa, podemos apenas libertar nossas almas de sentimentos tóxicos.

Outro ponto diz respeito ao objeto do perdão: perdoamos a pessoa e não suas palavras ou atos. Pode parecer banal, mas essa diferença é de extrema importância, pois indica que, ao perdoar, não estamos dando permissão ao outro de repetir seus erros, mas apenas liberando nosso coração de maus sentimentos. Igualmente, perdoar não significa, necessariamente, voltar a confiar (pode ou não ser assim, depende do que a sua intuição lhe diz). Ter essa noção facilita a que nos permitamos perdoar o outro.

Por fim, precisamos, antes de mais nada, perdoar a nós mesmos, livrando-nos da culpa, a qual é um sentimento inútil, que nos paralisa, impedindo que trabalhemos para sermos pessoas melhores. Arrependimento é uma coisa, culpa é outra. O arrependimento pode nos levar a um lugar de aprendizado e evitar que repitamos erros, já a culpa nos bloqueia e enche nossa alma de rancor contra nós mesmos. Devemos nos livrar dela. Tenhamos amor próprio e compaixão conosco, pois somente assim poderemos ter compaixão com os outros e alcançar o lugar do perdão e, consequentemente, sermos livres.

Nesse 2018, vamos perdoar e liberar espaço para sentimentos alegres e de paz, os quais nos permitirão ter uma vida leve e mais próspera e abundante.

Espero que este texto tenha ajudado aqueles que têm dificuldade em perdoar a si mesmo e os outros e que seja uma gota de paz em suas vidas.

Feliz Ano Novo a todos!

Jung e a Astrologia

Jung faz horóscpo

Para Jung, a Astrologia era a Psicologia do mundo antigo. Em sua obra e nas cartas trocadas (e que hoje estão publicadas), Jung demonstrava conhecimento e respeito pela Astrologia, a ponto de utilizá-la para entender seus pacientes mais difíceis.

No volume 9/2 de sua obra completa (“Aion”), Jung disponibiliza, por exemplo, um capítulo (VI) sobre o signo de Peixes.

A Astrologia corresponde a uma linguagem simbólica, por meio da qual se explica a psique humana e Jung colocou isso em linguagem científica, traduzindo para a Psicologia os simbolismos da Astrologia.

O psicólogo ou psiquiatra tratam dos problemas que o mapa astral diagnostica. Por sua vez, as previsões astrológicas mostram o momento exato para que esse ou aquele ponto da psique sejam tratados, já que revela os momentos da vida em que o indivíduo estará apto a adentrar o seu inconsciente e conseguir compreender os fantasmas que o afligem.

Veja-se que não há nada de místico ou mágico nisso tudo, trata-se da maneira como internalizamos arquétipos que preexistem ao nosso nascimento. Trata-se de compreender que fazemos parte de um todo maior e que, acreditando ou não, estamos conectados com esse todo e nossa vida é regida por ciclos, dentro dos quais podemos apenas escolher a maneira como lidaremos com isso.

Esse fato não pode ser alterado pela nossa crença pessoal, melhor mesmo é aceitar que nascemos com um excelente manual de instrução chamado mapa astral, que pode nos conduzir pela estrada do autoconhecimento e, com a ajuda de profissionais da Psicologia e da Psiquiatria, podemos pegar esse diagnóstico, trabalhá-lo nos momentos corretos e nos tornarmos o melhor que podemos ser.

Peixes e seus defeitos

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Dando continuidade à série de artigos que trata dos signos e seus defeitos, passo a abordar o último signo do Zodíaco, Peixes, .

Todos os signos têm em si defeitos e qualidades e depende do livre arbítrio do indivíduo qual dessas formas de manifestação vai predominar e em que intensidade. O mais comum é que ao longo da vida, conforme as circunstâncias forem dando ensejo, o indivíduo se depare com versões suas até então não reveladas.

Dito isso, passo a tratar de um dos principais defeitos de Peixes: o romantismo.

Peixes tende a ter uma visão bastante romântica da vida e das pessoas, como se colocasse lentes cor de rosa mesmo.

Se, por um lado, isso lhe dá uma alma mais pura (salvo nos casos muito baixos, em que o lado negativo do signo se manifesta com força máxima na mentira e nos crimes), por outro, lhe reveste de uma ingenuidade que o torna presa fácil para os interesseiros de plantão.

Esse signo tende a ver bondade em tudo e todos e a desconfiança não lhe toma o pensamento, de modo que procura sempre compreender e aceitar os outros. Isso, claro, é muito nobre!

O problema é que há pessoas que fazem uma clara opção pelo mal e usam essa bondade pisciana para conseguirem o que querem, prejudicando o Peixes. É comum piscianos emprestarem dinheiro e nunca receberem de volta, abrirem mão de suas vidas para cuidar dos outros, etc, etc, etc.

Não estou dizendo para não ajudarem o próximo, mas apenas para terem mais os pés no chão e avaliarem quem realmente precisa de ajuda e qual o preço que você, Peixes, pagará por essa ajuda. Antes de ajudar o próximo, você pecisa cuidar de si, pois, caso abra mão totalmente de sua personalidade, vontades e vida, terminará doente, pois você tende a somatizar.

Assim, avalie sempre em que medida você pode exercer a caridade que mora em seu coração, sem ser enganado nem se doar tanto, a ponto de deixar de existir como indivíduo e, por fim, adoecer.

Você tem o mais puro dos amores, não o desperdice com qualquer um!

Por Mia Vilela

Why do we need to control everything?

How much of your life do you try to control? And what about your relashionships? Have you managed to deal with uncertainties of life or do you keep searching for a way to control everything?

Many aspects of our lives are, in fact, under our control. Nevertheless, several others are beyond our hands. Knowing how to differ them, that is, knowing to distinguish what is under our will and what is under life’s will is essential not only to inner peace, but also for us to remain ourselves.

relacionamentos  We live in a world ruled but the free will. But we must aknowledge that besides our free will, there are third parties’ free will. Therefore, our share of control refers exclusively to what we can actually chose and nothing besides that.

Everything that is not under our free will is not up to us to control, belongs to life’s destiny. In those cases, we can only decide how to deal with what life brings us, with what other people have chosen to say or do and that has affected us, but has not been decided by us and could have never been so.

And that is where confusion, dramas and all sort of bad feelings come from. We want to control others and we end up judging and condemning and, without realizing that, we remain prisioners of painful feelings  created by ourselves and that lead us to solitude, anger, fear, anxiety.

By doing that we steal ourselves from our free will, since we keep trying to control what is not under our jurisdiction. As a consequence, we do not use our free will and do not find healthy and pleasant ways of dealing with what life brings us, instead, we insist on trying to change others (i.e., we insist on doing the impossible).

Instead of wasting time thinking about how we can change or control what is beyond our hands – and we do that by complaining, criticising, judging, etc -, we should focus on how we can change our lenses and on the way we feel abut something, in order to switch something that is harming us into something that we can make use of.

escolha

If we make such switch, we allow ourselves to be everything we were meant to be and we say goodbye to our fears and begin to try to be ourselves. If we do not do that, we remain away from our free will and end up doing less than those who we criticise, because they, at least, risked to chose something, even if such choice was a mistake. One who trys to protect himself so much does not live, but, instead, hides under the mask of fear and prevents himself from getting from life what it has to offer.

Such need of control comes from the denial of our vulnerability and from the illusion that we own some kind of truth. Aiming at protecting ourselves from all sorts of sorrow and harm we end up not risking to be all we can be and we live a life looking to others and not inside our soul.

We are vulnerable, everyone is! And by admiting that and, most importantly, accepting that, we can manage to feel part of a totality that is bigger than ourselves and we can experience the feeling of belonging. When we get there, we find that we are stronger than we thought and we discover inner forces that allow us to deal with whatever comes from life. We take power of ourselves and that is the only true control that exists.

Trying to control what is not under our jurisdiction of the soul is falling into the arms of pain, since we runaway from our responsibility of dealing with our insecurity and vulnerability and, as a consequence, we do not live our life.

passado   Life does not offer any guarantee of safety, health, profits or whatsoever. Living is a risk we must take, there is no safe place out there, only in here, inside our soul and mind. It is our inner strengh, our responsibility for our choices, that can assure us we can deal with everything life brings us.

We’d better accept our vulnerability towards life and risk to make choices, otherwise, we will prevent ourselves from living and will remain trying to control what cannot be handled. It is the finitude of life and the possibility of failure that makes our good moments and vitories so meaningful! It is what happens between life’s choices and our choices that fulfills our souls.

If we do not acknowledge that, we will remain under the ilusion we are gods and will be out of the wheel of life and its cicles (i.e., we would only exist).

So, it is better to take risks, to make choices and deal with what is beyond our choices and live, instead of merely exist, don’t you think?